Na trama, seguimos acompanhando a busca de Arthur, agora já consolidado como jornalista, pela identidade do mascarado que passou a combater skinheads em Porto Alegre. Em paralelo, suas ações começam a dividir a opinião pública: a esquerda o idealiza, a direita o vê como um criminoso. É quando Arthur passa a questionar o verdadeiro papel do jornalismo em meio à polarização.
A capital gaúcha emerge em uma representação sombria, onde o preto do nanquim se mistura à paisagem de prédios históricos largados às traças de uma cidade que já viveu dias melhores. A pegada investigativa remete ao gênero noir, mas o atualiza à medida que o cenário político contemporâneo ganha espaço na narrativa.
Destacado por veículos como Zero Hora e TV Cultura, o primeiro volume conquistou público e crítica, sendo agraciado com o prêmio de Melhor Arte do Troféu Sampaulo, além de indicações a Melhor Roteiro e Melhor Obra.
Com 72 páginas em preto e branco, no formato 18 x 25 cm, O Vigilante do Centro Histórico – Vol. 2 foi contemplado pelo Edital Aldir Blanc de Campo Bom, RS, e está em pré-venda até 31 de agosto de 2026 na plataforma Catarse. Além dos dois volumes da obra, a pré-venda conta também com os demais livros da Dom Mordaz, além de action figure do personagem e metas estendidas.
